

Professora aprecia o bom futebol na final Brasil x Estados Unidos |
Time humilde
"O Pan está excelente, não poderia ser melhor. O time feminino de futebol é bastante humilde. Elas mereceram ganhar. Se for colocar um aspecto negativo nos jogos é a comida muito fraca".
Maria Aparecida T. Azevedo, professora
(Rio de Janeiro)
|
|

Torcedor elogia a garra do futebol femino brasileiro |
Mascarado
"O meu personagem começou com uma brincadeira no carnaval, eu era o Mascarado do Flu. Sobre o jogo, Brasil demonstrou que é um time de garra e vigor. Tem que ser assim em todos os esportes".
Robson Ruel de Oliveira, mecânico de avião
(Rio de Janeiro)
|
|

Adriana crítica falta de patrocínio dos atletas fora da mídia |
Falta patrocínio
"A organização do Pan-Americano está muito boa, exceto pela comida, pois temos só a opção de cachorro quente e hambúrguer. Assisti aos jogos de vôlei, pólo aquático, ciclismo no Aterro e agora o atletismo. Os atletas brasileiros estão bem, dentro da expectativa de medalhas. Só fico grilada porque a imprensa não fala muito de alguns esportes, valoriza pouca coisa. Foi o caso da Jade na ginástica, porque eles só sabiam falar da Daiane dos Santos. O caratê foi pouquíssimo comentado, o judô também. No Tae-kwon-do a gente viu, os atletas ganham R$600 e trazem muitas medalhas, diferente dos milhões investido em tantos outros que muitas vezes não trazem nada."
Adriana Valentina, 34 anos, assistente social.
(Rio de Janeiro)
|
|

Para o profissional da educação física, faltou tática para “enganar os concorrentes” no atletismo |
Pela astúcia
"O brasileiro veio muito bem a corrida inteira, mas teve algumas falhas. Acho que ele se destacou muito rápido, então ficou muito destacado para os outros atletas. Ele deveria ter deixado para correr mais nos momentos finais. Estava bem evidente que os três a frente iriam ganhar desde a metade da corrida. Uma pena ter perdido por tão pouco."
O professor de Educação Física analisou no final da disputa dos 10000 metros masculino, quando o brasileiro Marilson Gomes dos Santos perdeu a medalha de ouro nos instantes finais da corrida.
Paulo Castanheira, 28 anos, professor.
(Rio de Janeiro)
|
|

Leonardo, Mara, Lucas, Natália e João Vítor Saturmino curtindo o Pan |
Quinteto fantástico
"Tudo está muito legal. Só a segurança que exagera às vezes, quando não deixa as pessoas entrarem com um pouco de comida. Além de jogar tudo fora, o pessoal da organização não percebeu que as pessoas só levam comida de casa porque tudo aí dentro está muito caro."
Lucas Saturmino, 11 anos
"Gostei do futebol feminino. Tinha muita gente e tava colorido."
Leonardo Saturmino, 4 anos
O sorriso já cabe entre aspas! Então...
" =) "
João Vítor Saturmino, 6 meses
Acompanhados das mães, Mara Moraes e Natália Saturmino.
(Rio de Janeiro)
|
|

gaúchas trabalham em prol da fé |
Pela fé
"Viemos de Porto Alegre para realizar um trabalho voluntário de evangelização. Estamos num alojamento feito pela nossa igreja em Nilópolis. São duas hora de trem até aqui. O bom é a interação de pessoas dos mais diversos países, como Estados Unidos, Uruguai, Cuba, Equador. O Pan foi uma boa oportunidade para isso."
(de amarelo) Alessandra Lomaso, 14 anos
"Meu pai é pastor e comentou esse projeto com a gente. Ficaremos aqui até o final do Pan. Chegamos na segunda feira, época da confusão com os vôos, então ainda estamos em dúvida quanto a nossa volta. Uma pena o Pan ter vindo com essa crise."
(de rosa) Francine Mantovani, 18 anos.
"Não tivemos a oportunidade de comprar os ingressos antes. Ao menos vamos assistir as finais do futebol feminino amanhã."
Ingrycht Alves Antunes, 24 anos.
Meninas que distribuiam panfletos na porta do estádio Maracanã.
(Rio Grande do Sul)
|
|

Professora aproveita ao lado do marido e família a tarde no Maracanãzinho |
Comemoração
"Viemos aqui, eu e toda minha família, assistir nossa primeira competição do Pan-Americano e comemorar o aniversário da minha mãe. Pelo que acompanhei, está tudo bem organizado, mesmo. Resolvi torcer pro Canadá sem motivos especiais. É tudo pura afinidade."
Flávia Simões, 32 anos, professora.
(Rio de Janeiro)
|
|

torcida animada para o atletismo |
Da vizinhança
"Nós moramos aqui em Engenho de Dentro e viemos assistir o atletismo hoje. A vantagem dos jogos aqui perto é a valorização do local, aumenta nosso comércio e melhora a imagem do Rio de Janeiro."
(de azul) Anderson Rodrigues
"Além do atletismo hoje, assisti ao basquete. É importante que tudo dê certo para que a Copa do Mundo venha pra cá. Estou apostando muito no Jadel Gregório e no Vanderlei Cordeiro."
(camiseta amarela) Renan Ferreira
Os vizinhos do Engenhão tiraram a tarde para assistir aos jogos do primeiro dia de atletismo.
(Rio de Janeiro)
|
|

torcedora crítica lugares vazios |
Sobram lugares
"Acho que o Pan está bem legal, só acho muito estranho tantos ingressos esgotados, sendo que os locais de provas nunca estão completamente cheios. Fui aos jogos de basquete e não vi mais que 50% do estádio cheio, e estava tudo esgotado. Nem pra minha filha consegui comprar."
Odília Góis Vieira, aposentada
(Rio de Janeiro)
|
|

funcionária pública satisfeita com transporte para o Pan |
Transporte funcionando
"Além do atletismo, assisti ao Pólo Aquático, para o resto não consegui comprar. Pretendo me organizar melhor e vir ao Parapan. A organização está boa, consegue nos informar bem. Só fico triste mesmo com os locais que não ficam cheios. Hoje mesmo tem tanto lugar vazio e muita gente lá fora, deveriam distribuir esses ingressos ou pelo menos deixa-los mais baratos. Outro coisa legal é o transporte: moro em Nova Iguaçu, na Baixada, e está muito fácil chegar aqui pelas integrações de trem e metrô."
Débora Biette, 29 anos, funcionária pública
(Rio de Janeiro)
|
|
|

30/07/2007 Sonho realizado
28/07/2007 Comendo de graça e outras peripécias
27/07/2007 Aplausos e silêncio – contraste de espetáculos
26/07/2007 É dia de jogo!
26/07/2007 De volta...
|